5 estratégias para organizar uma SIPAT de sucesso – Conversa Segura #04 | Eduardo Paranhos
por Rafaela Efrem
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Inscrever-se no canal da Weex no YouTube (abre em nova guia)A SIPAT nasceu em 1978, junto com a NR-5, no formato de um treinamento: carga horária, checklist e um instrutor passando conteúdo. Mas uma campanha de segurança não existe para capacitar alguém a fazer uma tarefa, existe para criar um ambiente em que as pessoas ajam com segurança mesmo quando ninguém está olhando.
Para abrir a 2ª temporada do Conversa Segura, podcast da Weex sobre gestão e tecnologia em campanhas de saúde e segurança, recebemos Leonardo Trivellato, referência no mercado brasileiro em cultura de segurança, com mais de 20 anos de experiência e contato direto com mais de 2 mil campanhas de SIPAT no país.
Sobre o episódio 1 do Conversa Segura 👇
● Tema: A evolução da SIPAT e como não ficar preso a modelos do passado
● Convidado: Leonardo Trivellato, especialista em cultura de saúde e segurança do trabalho, com mais de 20 anos de experiência e atuação em mais de 2 mil campanhas de SIPAT no Brasil
Leonardo conta como a SIPAT nasceu atrelada à CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) e por que profissionais formados para fiscalizar normas, e não para produzir eventos, acabaram herdando a missão de engajar o trabalhador. Ele explica por que esse desencontro entre formação e função é a raiz do problema: quando a campanha vira treinamento, ela ensina uma atitude pontual, e não constrói um ambiente que sustente comportamentos seguros no dia a dia.
A conversa também passa pela virada lúdica das SIPATs antes da pandemia, com teatros, dinâmicas e brindes físicos para atrair participação voluntária, e pelo que a pandemia realmente mudou: não foi a tecnologia que evoluiu, foi a inclusão digital forçada e a queda do mito de que o trabalhador não se engajaria online. Daí nasce o conceito de figital, que Leonardo defende como o futuro da SIPAT: presencial e digital combinados numa única estrutura, na dose certa.
Ele também detalha por que SIPATs híbridas mal planejadas viram duas campanhas concorrentes, como medir se o conteúdo foi absorvido em vez de só contar presença, e como usar dados para personalizar a experiência do trabalhador na campanha.
🔍 Você vai aprender:
→ Por que a SIPAT nasceu como treinamento e não como fomento de cultura, e o que isso ainda gera de confusão hoje.
→ A virada lúdica pré-pandemia, com teatros, dinâmicas e brindes físicos para driblar a baixa adesão voluntária.
→ O que a pandemia realmente mudou: inclusão digital forçada, não evolução tecnológica.
→ O conceito de "figital": por que misturar físico e digital numa mesma estrutura gera mais resultado que separar os dois.
→ Os erros mais comuns da SIPAT híbrida, que sem querer criam duas campanhas concorrentes em vez de uma só.
→ Como medir resultado de verdade, usando quiz e NPS em vez de contar apenas presença.
→ Como personalizar a experiência do trabalhador dentro da campanha, usando dados de interesse e comportamento.
→ Uma leitura sobre o futuro do mercado, em que o figital deixa de ser exceção e vira padrão.
por Rafaela Efrem
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